
MARÇO
O mês de março teve início com um importante momento de planejamento coletivo no CENPRHE. Em reunião, orientadoras e coordenadoras se reuniram para alinhar propostas, refletir sobre as práticas pedagógicas e fortalecer os caminhos que orientam nosso trabalho. Esse encontro marca o compromisso com uma atuação intencional, construída em diálogo e pautada no cuidado com os processos educativos que atravessam o cotidiano das crianças e adolescentes.
A oficina de capoeira movimentou o mês com energia, ritmo e ancestralidade. Em roda, as crianças vivenciaram o jogar, o gingar e o tocar do atabaque como expressões que articulam corpo, cultura e coletividade. Mais do que uma prática corporal, a capoeira se fortalece como espaço de identidade, pertencimento e valorização de saberes que atravessam gerações.
🥋✨ Oficina de Karatê no CENPRHE
Mais do que um esporte, o karatê é uma ferramenta de desenvolvimento para nossas crianças. Através da prática, elas fortalecem o corpo, aprendem disciplina, respeito e autocontrole. A oficina também contribui para a autoestima, a concentração e o bem-estar, mostrando que o esporte pode abrir caminhos e transformar realidades.
A oficina “Se Jogue CENPRHE” acontece por meio do patrocínio da Lei de Incentivo ao Esporte, Ministério do Esporte e Itaú.
O dia 17 de março foi dia de aprender e se deliciar! Em parceria com o SESC Porto, recebemos com muito carinho a nutricionista Isabella, que ensinou nossas crianças a prepararem um delicioso milkshake de banana com chocolate zero açúcar, simples, saudável e muito gostoso. Foi um momento de troca, aprendizado e descobertas, onde cada criança pôde experimentar novos sabores e se aproximar de uma alimentação mais consciente.
Todos amaram a experiência! 💛🍌🍫
No CENPRHE, o momento do almoço é também um momento de cuidado, atenção e promoção de saúde. Garantir uma alimentação equilibrada faz parte do nosso compromisso com o desenvolvimento integral das crianças. Mais do que nutrir, buscamos fortalecer hábitos saudáveis e contribuir no combate à insegurança alimentar, oferecendo refeições de qualidade para quem mais precisa.
Foi um encontro marcado pelo acolhimento, pela escuta e pelo fortalecimento de vínculos. Recebemos com carinho as novas famílias, compartilhamos informações importantes sobre o nosso espaço, apresentamos vídeos institucionais e alinhamos o calendário de atividades para este novo ciclo. Acreditamos que caminhar junto com as famílias é essencial para o desenvolvimento das nossas crianças e adolescentes. É nessa parceria que construímos um ambiente mais seguro, afetivo e potente para todos.
No compasso da delicadeza e da disciplina, a oficina de ballet do CENPRHE tem encantado cada criança e adolescente que se permite viver essa experiência. Entre pliés, giros e descobertas, o que se constrói vai muito além da técnica: é confiança, expressão, autonomia e pertencimento. A cada encontro, os corpos falam, criam e se reconhecem. O ballet, aqui, se transforma em um espaço de acolhimento e aprendizagem.
As práticas de saúde integrativa também estiveram presentes ao longo do mês, com atendimentos que acolhem o cuidado de forma ampliada. A equipe atuou com abordagens como homeopatia, constelação familiar, reiki, barras de access, yoga e auriculoterapia, promovendo espaços de escuta, equilíbrio e bem-estar. São iniciativas que reconhecem a integralidade dos sujeitos, considerando corpo, mente e emoções nos processos de cuidado.
O encerramento do mês de março foi marcado por uma reunião de equipe dedicada ao alinhamento de informações, ao diálogo sobre encaminhamentos institucionais e à organização das ações futuras. O momento também foi de acolhida aos novos colaboradores, fortalecendo vínculos e reafirmando o compromisso coletivo com o cuidado, a escuta e a construção conjunta do trabalho no CENPRHE.
ABRIL
O mês de abril teve início com as crianças e adolescentes vivenciando o vôlei na oficina de esporte educacional. A atividade promoveu o movimento, a coordenação e o trabalho em equipe, incentivando o respeito, a cooperação e a construção coletiva das regras do jogo. Mais do que a prática esportiva, o momento se consolida como espaço de aprendizagem, convivência e fortalecimento de vínculos.
As crianças também participaram de uma atividade voltada à valorização da diversidade, em um momento de escuta, diálogo e expressão. Após uma conversa conduzida pela orientadora, desenharam suas próprias mãos em papel e, em cada dedo, registraram palavras como respeito, amor e empatia. A proposta possibilitou refletir, de forma sensível e coletiva, sobre a importância de reconhecer e acolher as diferenças no convívio cotidiano.


